21 jun

I don’t wanna be scared, I wanna be better.

amar?

19 mai

Os problemas em torno do tema “amor” são muitos, são de todos. E percebo que o maior problema não é amar, é ser amado. Percebi primeiro e mim e depois passei a observar isso nos outros.

Como é fantástico ser amado, compreender e aceitar isso. É preciso aprender a receber amor, inclusive o que vem de si mesmo.

24 fev

I don’t wanna be angry, i wanna be better. I don’t wanna be sad, i wanna be better.

sobre as gentes

21 fev

Conversando com um amigo sobre uma parcela da juventude que eu observo e convivo:

eu: esse povo aí é assim
eles tem um ego do tamanho do mundo
mas é tipo uma bola, é por fora só
por dentro são vazios de auto confiança, auto estima
sei lá
porque eu entendo que tudo é aparencia PROS outros
sabe?
ninguém ali ta interessado em ser feliz por si

30 nov

“A diferença é que nós dois sabemos que isso não vai durar pra sempre.”

 

 

voltas (as que o mundo dá)

26 nov

Eu já abri esse blog umas três vezes por dia nos últimos 4 dias, e olhei para a página branca do editor de texto e tive vontade de falar, falar, falar. Mas eu sei como as vezes minhas palvras são duras e perfurantes. Eu não faria sentido nenhum para  a maioria geral da nação.

Eu poderia falar sobre todos as coisas que confundem minha cabeça, meu coração e meu corpo. E poderia, igualmente, falar das que me acalmam e que me dão pelo menos alguma ceretza nessa vida. Tipo a minha mãe, que além de mãe aprendeu a ser minha melhor amiga e ignorar que algumas coisas, dizem, que a gente não devia contar pra própria mãe.

Eu poderia falar da aflição que eu tenho com qualquer coisa mal resolvida, de qualquer coisa que me gera dúvida. Mas no momento, eu tenho uma semi certeza que  me faz muito bem; é o ventinho na cara de quem se arriscou até a ponta do penhasco. E pretendo ficar aqui por um tempo, mas prometo que tomo cuidado pra não cair.

É, talvez eu tenha mesmo commitment issues.  Obrigada por me fazer ver isso.

medo de errar

19 nov

Eu não acredito mais nas coisas que eu acreditava quando esse ano começou. E isso não é uma dúvida, é uma certeza. Eu não fiz planos, só estabeleci algumas metas. No caso, mirei o alvo ignorando a trajetória até ele. E muitas das coisas que eu me propus a fazer não aconteceram. E isso é pura e unicamente culpa minha.

As minhas prioridades foram mantidas, aquelas que tenho sempre: me divertir, aprender, conhecer, me empenhar no que é importante. É, basicamente isso. E tudo isso eu fiz, acho que com mais fervor do que no ano anterior ou qualquer outro. Acho que principalmente esse negócio de aprender.

Eu voltei a cuidar da minha saúde, principalmente na questão de exercícios regulares e alimentação (quase) saudável. Redescobri uma paixão que eu sempre tive: a dança. Tem coisa melhor que cuidar de mim fazendo algo que amo, que me completa, que me faz sentir bem? Acho que a yoga me ajudou muito na questão de controle do corpo e da mente, mas a dança faz algo diferente comigo. Ela permitiu que eu me conhecesse de outras formas. Também aprendi muito sobre aquilo que me encanta: pessoas. E eu conheci pessoas também, de diferentes maneiras e em variados níveis. Eu me empenhei para conquistar. E o mais legal é que eu não precisei deixar o quesito diversão de fora disso. Foi tudo acontecendo ao mesmo tempo.

Agora estamos em novembro, quase no fim dele e eu parei, literalmente, pra refletir tudo que se passou até agora. Acho que 85% do que se passou foi bom, muito muito bom, mas a impressão que tenho é que elas só me desviaram do caminho que eu queria seguir. Minha mãe comentou que eu ando egoísta, mas eu não vejo outra saída. Parece que eu deixei de fazer as minhas coisas, deixei de ir pelo meu caminho, pra ajudar os outros nos deles.

E eu não posso ajudar todo mundo. Bem que eu gostaria, mas daí, onde eu fico nessa história? Meu último ato de puro egoísmo foi em janeiro de 2009 e todos que perceberam a minha situação concordaram que eu fiz o que eu precisava fazer. Eu administrei a situação da maneira que me era mais conveniente e, no fim, foi conveniente de modo geral. Ou seja, meu agoísmo preveniu dores de cabeça em muita gente. Tá, 3 além de mim,  mas já é alguma coisa.

Então eu me vejo num entroncamento em que ser egoísta me parece a melhor opção. Mas eu sempre fico ponderando tudo um milhão de vezes porque meu medo de errar é um dos meu maiores defeitos.

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